Veja a nota da Diretoria dos Correios sobre a greve

Correios em greve - imagem_Exame

O BSB TIMES repercurtiu a greve anunciada pelos funcionários dos Correios em plena pandemia de coronavírus.

Na matéria chamamos a atenção para a extensa lista de benefícios e a disparidade deles com a realidade de todos os outros trabalhadores do país. Infelizmente o rol que apresentamos ainda é incompleto.

Também salientamos o posicionamento do governo federal que objetiva senão a privatização a abertura de mercado e a modernização das atividades e melhoria da qualidade dos serviços prestados.

No final quem sofre é a população com um serviço inconstante, irregular e caro.

Veja o que a diretoria dos Correios em nota sobre a situação:

“Durante o mês de julho, os Correios estiveram em negociação com as entidades representativas dos empregados os termos do Acordo Coletivo de Trabalho 2020/2021. A proposta da empresa visa fortalecer suas finanças com a adequação dos benefícios dos empregados à realidade do país e da estatal.

Os Correios esclarecem que não pretendem suprimir direitos dos empregados. A empresa propõe ajustes dos benefícios concedidos ao que está previsto na CLT e em outras legislações, resguardando todos os direitos dos empregados. Tendo em vista a realidade financeira da empresa, com um cenário de dificuldades que tem se agravado a cada ano, os Correios precisam se adequar não só ao que o mercado está praticando, mas, também, ao que está previsto na legislação.

A estatal segue orientação da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) e as diretrizes do Ministério da Economia, que estão atentos às necessidades de reequilíbrio do caixa financeiro da empresa e de ajustes na concessão de benefícios – no sentido de adequar as relações trabalhistas das empresas públicas à CLT e assegurar a manutenção dos empregos.

Como exemplo, sobre a recomendação de ajuste referente ao ticket refeição, alcançando somente os dias efetivamente trabalhados, como consta na legislação, representará para a empresa uma economia da ordem de R$ 20 milhões mensais. A economia prevista com o ajuste dos benefícios hoje concedidos fora do que está estipulado na CLT será de mais de R$ 600 milhões ao ano.

Após a recusa das representações em compreender a situação da empresa, diversas comunicações inverídicas começaram a ser veiculadas, com o intuito apenas de provocar confusão nos empregados acerca dos termos da proposta. É importante esclarecer que a pauta de reivindicações enviada pela Fentect geraria um acréscimo de R$ 961 milhões nas despesas dos Correios, quase dez vezes o lucro do ano de 2019.

A estatal conta com o compromisso e responsabilidade dos empregados com a população e o país, sobretudo nesse momento em que os serviços da empresa são ainda mais essenciais para pessoas físicas e jurídicas.

A íntegra do posicionamento da empresa está disponível na Sala de Imprensa.

https://saladeimprensa.correios.com.br/noticias/2020/07/30/correios-negocia-acordo-coletivo-de-trabalho-em-meio-a-pandemia/

Com informações da Assessoria de Comunicação dos Correios, Hélio Rosa para o BSB Times.

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