Hijab, niqab e burca: você sabe a diferença?

Sobre as muçulmanas recai toda a moralidade islâmica. O uso do Hijab, niqab e burca que podem cobrir partes específicas do corpo é um mandamento do Alcorão e as  identifica social perante os crentes do Islã.

Facilmente as peso-as confundirem as  vestimentas religiosas das mulheres muçulmanas, afinal, cada cultura determinou diferentes concepções para o cobrimento do corpo.  O cobrimento do corpo não é uma obrigação religiosa, mas sim um mandamento passado através do Alcorão.

No entanto, elas garantem: isso é um compromisso delas com Alá e uma escolha pessoal de cada uma. Hoje em dia, o hijab ganha visibilidade entre diversos movimentos feministas, representando o empoderamento de mulheres muçulmanas que querem seguir sua fé sem ser alvo de comentários negativos.

1. Hijab

O hijab é a vestimenta majoritária das mulheres muçulmanas ao redor do mundo. Em praticamente todos os países você encontrará uma seguidora do islã usando esse tipo.

Basicamente em um véu que cobre orelhas, pescoço, e o cabelo, e pode ser usado da forma que a mulher preferir.

Crédito: Pixabay

Com o hijab, elas costumam usar roupas que escondem toda parte do corpo, excluindo o rosto, as mãos e pulsos, e pés. Além disso, não há regras, podendo usar roupas de todos os tipos, como calças, saias, vestidos e blusas de manga comprida.

2. Niqab

Crédito: Pixabay

O niqab também é um véu, que deixando apenas os olhos à mostra. Costuma ser usado com outra vestimenta de corpo inteiro, quase como um pano que fica sobre a roupa de baixo. Para os homens também existem regras: roupas que escondam o joelho, ombros e umbigo, além do uso de um turbante.

3. Burca

Mulher usa burca no Afeganistão / Wikimedia Commons

A burca é o símbolo do regime Talibã. É uma vestimenta específica, que cobre todo o corpo, desde a cabeça até os pés, tendo uma tela entre os olhos para permitir a visão, mas ainda sim escondê-la.

O uso da burca já foi proibido totalmente na França, e  Bélgica, Bulgária, Itália, Áustria e Holanda,República dos Camarões, o Sri Lanka e a Dinamarca. Em 2016, o próprio Estado Islâmico proibiu a burca e o niqab nos centros de segurança e militares.

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