A bússola de Ibaneis está rodando ao contrário

No jogo, há um risco de cair no velho ditado: “rodar em volta de si mesmo”

Por Helio Rosa

Todo grande gestor público executivo faz reunião antes de tomar decisões e não depois do leite derramado

Com a falta de uma identidade histórica na política, o governador Ibaneis Rocha (MDB) ainda é um homem de sorte. Durante a pandemia, recebeu recursos do Governo Federal, recursos da Bancada Federal do DF, corte de gastos da Câmara Legislativa, um somatório de bilhões. A única coisa que percebemos foi uma gestão individualizada, sem ouvir quem poderia realmente lhe ajudar, apesar de ainda manter o Plano Nacional de Imunização.

Diante das forças ativas das políticas dos Petistas (desmoronada), Rorizistas (desidratada), Arrudistas (desidratando), Belmontes (ascendendo), e os Prudentes (solidificando), o governador ainda só enfrenta oposição leve dos Belmontes. Até por que a espingarda do suplente de senador Luiz Belmonte tem dois canos virados: um pra direita e outro pra esquerda, quer dizer, Izalcy ou Leila para o GDF, quando decidir o lado certo, pode piorar.

Antecipar as águas de março pode acumular e surgir uma enchente no mês vindouro. Assim é a política. E, agora, contar com quem? Com quem construiu o nome e foi congelado em dois anos? Ou com quem ainda está direcionando os ponteiros da bússola pelo lado contrário? Por que a oposição já começou a tocar os tambores e quando aumentar a sequência, o barulho será desorientador.

Uma sugestão pra quem ainda acredita nesta gestão: _Chama os apoiadores de primeira hora para ver se ainda consegue fazer alguma coisa neste segundo momento!

Helio Rosa, planaltinense, 50 anos, casado, pai de três filhos, graduado em ciências naturais e gestão pública. Jornalista e especialista em Administração Pública e Gerência de Cidades. Fez Agenda 21 e Coleta Seletiva. Foi Conselheiro do CONAM-DF e do CBH-Paranaiba. Está como Presidente do Conselho de Desenvolvimento Nacional - CDN. Ministra cursos de empreendedorismo, terceiro setor, trabalho remoto, economias circular, criativa e compartilhada.

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