F1: Corridas Sprint aos sábados são necessária diz chefe da Mercedes

O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, descreveu os planos de experimentar as corridas Sprint aos sábados, como polêmicas, mas uma experiência necessária da Fórmula 1.

Em uma tentativa de aumentar as vendas de ingressos e impulsionar os números de audiência, a F1 tem procurado maneiras de melhorar o espetáculo do esporte, fazendo mudanças no formato do final de semana de GP.

As mudanças planejadas resultariam em uma mudança da qualificação para a vaga atualmente ocupada pelo segundo treino livre da sexta-feira, com uma corrida Sprint ocorrendo no sábado, que definiria o grid do GP no domingo.

Os finais de semana dos Grande Prêmios do Canadá, Itália e Brasil, foram escolhidos como as corridas em que a F1 testará o novo formato este ano, mas, embora os planos tenham sido vistos de forma positiva pelas equipes, a luz verde final ainda não foi dada.

“As corridas Sprint são um formato interessante na minha opinião e uma experiência que acredito que precisamos fazer”, disse Wolff.

“Eu vi em outras categorias de corrida, no DTM por exemplo, que o público quase dobrou ao ter uma corrida no sábado e outra no domingo, e isso obviamente pode ser monetizado.”

“Acho que se quisermos fazer isso sem alguma interferência para criar um show falso, temos que tentar.”

“Não tenho certeza se vamos gostar do resultado porque a qualificação, como a temos hoje, é uma qualificação real, e uma corrida Sprint sempre traz o risco de danos que podem ser caros, e obviamente têm um grande impacto no grid de domingo.”

“Com certeza, vai criar polêmica também, mas tentar três corridas em 2021, no quadro certo, acho que estamos prontos para isso.”

Embora concorde com o teste das corridas Sprint, Wolff reiterou sua visão de que a F1 não pode sacrificar a integridade esportiva em nome do entretenimento, e mais uma vez expressou sua oposição aos planos anteriores de realizar corridas com grid invertido.

“Os grids invertidos não têm lugar em nenhum esporte que se baseie em medir e competir no verdadeiro sentido do esporte”, acrescentou Wolff.

“Somos entretenimento, mas no momento em que você entrar no show e em Hollywood, perderá muita credibilidade como esporte no geral.”

“Portanto, nem toda decisão que visa aumentar o fator de entretenimento é certa para a Fórmula 1. Sempre precisa ser equilibrado entre o DNA do verdadeiro esporte, o melhor piloto e o melhor carro vencem, e o que os fãs gostam de ver”, concluiu.

Fonte: f1mania.net

Helio Rosa, planaltinense, 50 anos, casado, pai de três filhos, graduado em ciências naturais e gestão pública. Jornalista e especialista em Administração Pública e Gerência de Cidades. Fez Agenda 21 e Coleta Seletiva. Foi Conselheiro do CONAM-DF e do CBH-Paranaiba. Está como Presidente do Conselho de Desenvolvimento Nacional - CDN. Ministra cursos de empreendedorismo, terceiro setor, trabalho remoto, economias circular, criativa e compartilhada.

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