Operação Falso Negativo encontra mais envolvidos com desvios na Saúde do DF

Promotores e policiais civis cumpriram 15 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e na Bahia

Por Helio Rosa

Investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), seguem identificando fraudes que lesaram os cofres públicos e colocaram em risco a saúde da população da capital federal.

Nesta quarta fase da Operação Falso Negativo, expõe esquema fraudulento envolvendo servidores suspeitos de corrupção que, até então, não tinham sido identificados e o MP encontra novas irregularidades em compras de testes.

Confira os alvos da quarta fase da Operação Falso Negativo:
Fábio Gonçalves Campos
Renata Mesquita D Aguiar
Matias Machado da Silva
Luiz Fernando Teixeira de Pinho
Adilton Gomes Assunção

Diversas empresas teriam sido beneficiadas com direcionamento do certames, superfaturamento de produtos e conluio para fraudar a competitividade.

As fornecedoras teriam oferecido produtos a preços superfaturados causando prejuízo aos cofres públicos de, no mínimo, R$ 10 milhões.

As propostas apresentadas pelas empresas tinham incongruências e estavam irregulares, não continham assinaturas e havia divergências nos preços.

Em nota, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal informou que “tem colaborado com as investigações, fornecendo todos os documentos necessários para a apuração dos fatos relativos à Operação Falso Negativo, desde a fase inicial. A atual gestão tem tomado todas as medidas para esclarecer dúvidas, acatar recomendações e aprimorar os mecanismos de transparência dos atos e das ações da pasta junto à sociedade.”

BSB TIMES [+Info: Metrópoles]

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