Curiosidades sobre a Sexta-feira Santa

Mesmo sendo lembrada todos os anos – seja em forma de feriado ou de celebração – a Sexta-feira Santa ainda levanta questionamentos de muitas pessoas que não entendem a origem ou as tradições da data. Afinal, quem não pode comer carne vermelha? Frango pode? E o peixe? Para saber as tradições do dia, é fundamental entender o significado da Páscoa e da Semana Santa para os católicos. Confira:

Origem da Sexta-feira Santa

A Semana Santa, em um contexto teológico, é um lembrete do sofrimento de Jesus durante a sua crucificação e, posteriormente, ressurreição. O momento é um dos marcos mais importantes no calendário cristão e é lembrado anualmente na sexta-feira antes do domingo de Páscoa. Além disso, algumas pessoas acreditam que o jejum é uma prática para afastar situações pecaminosas.

A data não é comemorada em um dia específico. Segundo a tradição, considera-se a primeira sexta-feira de lua cheia após o equinócio de outono, no caso do Hemisfério sul.

Por que não pode comer carne vermelha?

Para os católicos, a data representa a morte de Jesus. Os seguidores da religião acreditam que a carne vermelha simboliza o corpo do Messias e, evitar o consumo, é um sinal de respeito ao sacrifício de Cristo pela humanidade. Antigamente, a restrição era realizada durante todo o período de quaresma, com início na quarta-feira de cinzas até a Páscoa. Hoje, no entanto, a dieta “vegetariana” acontece apenas na Sexta Santa.

Pode comer frango na Sexta Santa?

Com a restrição da carne vermelha pela Igreja, muitas pessoas se questionam se o frango entra na lista de alimentos proibidos da data. A resposta é: sim. Mesmo que a carne seja considerada branca, o consumo não é liberado. Autoridades religiosas explicam que a tradição sempre recomendou trocar a carne vermelha – incluindo o frango – pelo peixe, que é um alimento muito presente na Bíblia. Isso porque, a quantidade de sangue derramado pelo animal é bem menor do que outros animais, como bois, vacas ou galinhas.

Helio Rosa, planaltinense, 50 anos, casado, pai de três filhos, graduado em ciências naturais e gestão pública. Jornalista e especialista em Administração Pública e Gerência de Cidades. Fez Agenda 21 e Coleta Seletiva. Foi Conselheiro do CONAM-DF e do CBH-Paranaiba. Está como Presidente do Conselho de Desenvolvimento Nacional - CDN. Ministra cursos de empreendedorismo, terceiro setor, trabalho remoto, economias circular, criativa e compartilhada.

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