Exigências da Educação Profissional no Brasil

As diversas mudanças pelas quais vem passando a sociedade mundial, nesta segunda metade do século XX e início do século XXI, produziram transformações na prática social, cultural e histórica com grandes mudanças universo do trabalho.

Por Alex Leonardo e Estevão Reis

Assim é verificado uma inquietação nas políticas públicas em educação e no setor educacional, provocando pesquisas, estudos e até reformas que buscam adequações e soluções para as novas exigências mercadológicas, nesse contexto a globalização é uma grande colaboradora para transformações relâmpago a cada instante, sendo o tempo o maior capital da humanidade.

A reflexão deve ser estabelecida desde a concepção do sistema educacional, suas métodos, seus trajetos e o que é oferecido hoje aos educandos nos Estados e municípios da Federação. Como está a estrutura educacional brasileira? O que é ofertado no campo do conhecimento? Novos métodos são abordados no cotidiano escolar? É ofertado estágios aos educandos do Ensino Médio? Existem estruturas esportiva nas escolas? A educação é pautada na formação humana e social? São algumas indagações que deve ser refletida na busca de mudanças sociais, histórica, culturais e econômicas para o Brasil.

E preciso pensar em uma educação que atenda às necessidades técnicas, intelectuais e profissionais do cidadão, é notório em nosso cotidiano, depararmos com o analfabetismo funcional, ou seja: pessoas que não conseguem entender, compreender o que leem, ou executar uma função técnica no campo do trabalho. O que devemos fazer como sociedade organizada?  Lembrando que educação formal deve ser percebida como algo cultural, assim como, ouvir música, ver filmes, novelas, series e ir ao bar beber com amigos, educação profissional deve-se tornar uma prática cotidiana e cultural no pensamento de toda estrutura global, principalmente nas sociedades em desenvolvimento, antigo terceiro mundo. E quais seriam as exigências para esses profissionais globais?

Uma formação que desenvolva seus valores, suas habilidades e as competências necessárias à integração de seu projeto de vida pessoal ao projeto da sociedade em que se situa;

Preparação e orientação básica para sua integração no mundo do trabalho, com as competências e habilidades necessárias e exigidas no século XXI que garantam seu aprimoramento profissional e permitam acompanhar as mudanças que caracterizam a produção no nosso tempo;

Desenvolvimento das competências e habilidades para continuar aprendendo, de forma autônoma, continuada, permanente e crítica, em níveis cada vez mais complexos de estudos.

A reflexão sobre educação deve ultrapassar os muros das escolas, a família e a comunidade são atores importantes no processo ensino-aprendizagem do cidadão, somos convidados a construir uma educação nos pilares do conhecimento humano (aprender a aprender; aprender a ser; aprender a conviver; aprender a fazer), as políticas educativas deve pensar na formação de um cidadão global e técnico, uma pessoa que seja capaz de resolver problemas, trazer soluções, dialogar e mediar conflitos, o mercado é cada dia mais exigente e quanto mais qualificada, mais chances de integração no mundo coorporativo.

Uma sociedade transformada pela força da educação é mais sensata, menos criminosa, menos, mais saudável metal e fisicamente, pois, educação e saúde caminham juntas, menos dependente de políticas compensatórias e se estabelece uma nação consequentemente é mais próspera. É um processo de passos longos, de conscientização desde o núcleo familiar, passando pela gestão escolar e cobrança social para chegar a um nível educacional de qualidade. Juntos, firmes no mesmo propósito, chegaremos ao patamar desejado, pensado e refletindo juntos alcançaremos os objetivos de uma Brasília e de um Brasil que queremos.

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