Eleições 2022: Os partidos políticos e as nominatas de pré-candidatos ‘enganados’

Assim como há dirigentes de partidos que enganam, há também candidatos que gostam de ser enganados

Por Helio Rosa

Em tempo de ano pré-eleitoral para preencher nominata tem dirigente de partido que promete até viagem para NÜWA, capital de Marte. O interessante é que tem candidato que gosta do “canto da sereia” e quando percebe já é tarde, pois se afoga no mar de mentiras.

Primeiramente, o pré-candidato tem que procurar um grupo de credibilidade que não vá ludibriar com a promessa da “Cidade da Luz” do filme “Os 100” da temporada da Netflix. O que também não pode é ficar igual “mosca de padaria”, posa, voa e não come nada; Ou ficar igual cavalo de São Jorge, que não é São Cavalo, nem imortal, mas é cavalo, que vai levar alguém a algum lugar e depois ser substituído.

Com 33 partidos políticos no Brasil e no DF nem metade faz nominata pra concorrer, com uma reforma eleitoral à beira, onde não sabe se mantém o fim das coligações, ou o coeficiente eleitoral com o mais votado, ou apenas o mais votado, tudo ainda é muito cedo.

Deixem as nacionais dos partidos definirem suas prioridades nos Estados pra não ter interferência nas decisões futuras, já sabe que a prioridade partidária, no momento, é superar a cláusula de barreira, quer dizer, estruturar 11 Estados pra alcançarem 2% do eleitorado ou elegerem 11 deputados federais em 2022. Se for necessário, os dirigentes nacionais passam por cima dos estaduais pra fazerem novos acordos para alcançarem o desempenho partidário.

Recentemente, tivemos no DF dois casos de substituição sumária, a do PTB e a do Patriota.

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