Ibaneis e os Belmontes se articulam: Direita, esquerda, volver ou dentro, fora e meia-lua

No DF, muitas forças políticas não sabem de que lado vão ficar ou se vão aguardar uma segunda chance no xadrez eleitoral

A política em Brasília está em constante “mudança” de lado nas possíveis alianças de primeiro turno ou como uma “tentativa” para uma nova oportunidade no segundo.

A movimentação de frentes políticas no tabuleiro está grande, algumas já se definindo, independente de campo ideológico, outras aguardando pra ver o que vai dar até o ano que vem.

Esta complexidade vem exatamente pela quantidade de líderes políticos de várias tendências que deveriam, muitas vezes, recuar em benefício de Brasília e saber interpretar a verdadeira vontade popular e não a sua própria.

Reeleição em Brasília é muito difícil, só Roriz conseguiu, ainda mesmo assim com uma diferença mínima do seu adversário Geraldo Magela.

O campo do DF é centro-esquerda e direita, vão se unir partidos de várias cores, pois estão querendo formar alianças com mais ou menos quatro candidatos ao GDF de esquerda e centro-esquerda, e mais quatro do centro, centro-direita e direita.

Com esta miscelânia e sem união, corre-se o risco de resultar em um caldeirão de partidos com várias ideologias no primeiro turno, mas juntos de propósitos somente no segundo turno.

Mover e Adivinhar, dois verbos que estão imperando nas ações da política brasiliense:

Mover; Lembra do ‘Volver’ que é verbo derivativo do Latim “volvere”, da ordem unida militar, significa mudar de posição, mover-se de um lado para outro – Deve-se movimentar, mas tem que ter lado, não tem vaga para político “redondo”.

Adivinhar; Lembra da ‘Meia Lua’, da amarelinha tradicional, significa acertar para ter uma nova chance, é quando o participante joga a pedra em cima da linha e terá que ficar de costas para tentar adivinhar onde o adversário colocou a pedra, se dentro ou fora do quadrado ou meia lua (em cima da linha) – Se acertar, terá uma nova oportunidade de continuar no jogo; Se errar, dará o lugar a outro concorrente.

Acontece que, mesmo após as regras eleitorais em outubro deste ano, continuarão as tendências ideológicas de direita, esquerda ou outra via, portanto é necessário que os “players políticos” formem ou participem de uma frente política suprapartidária, antecipada da eleição de 2022, pois se definir logo em um partido, pode ser surpreendido por uma miscigenação e ter que apoiar um candidato ao GDF que não escolheu e passar a vez para o enxadrista adversário.

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