Governo do Distrito Federal reabre memorial indígena

Indígenas da etnia Guajajara, durante a entrega de objetos indígenas doados ao Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília, apreendidos pela polícia Federal na Operação Pindorama

Local havia sido fechado após decreto de pandemia e passou por reforma

Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

O Governo do Distrito Federal reabriu esta semana o Memorial dos Povos Indígena, principal espaço dedicado à cultura de populações originárias brasileiras na capital do país. A construção foi projetada por Oscar Niemeyer e fica em uma das principais avenidas de Brasília, o Eixo Monumental.

Durante a pandemia, o memorial foi fechado, assim como diversos outros equipamentos públicos do DF, por conta de restrições definidas pelo Executivo local. Em meio ao período de fechamento, o espaço passou por uma reforma, que envolveu troca de piso, pintura e melhorias nos sistemas de segurança.

Além disso, o memorial recebeu uma doação de 8 mil artefatos oriundos de apreensões realizadas pela Polícia Federal de esquemas de contrabando de objetos e patrimônios de povos indígenas.

A reabertura acontece por meio de uma nova mostra no local, denominada Mais de 12 Mil Anos Nessa Terra. No total, estão disponíveis para visitação do público 300 peças de 15 nações de povos originários.

A mostra vai exibir parte dos 8 mil artefatos doados e traz objetos organizados em quatro modalidades: plumária, cestas, máscaras e cerâmicas. Também serão incluídas na exposição fotos de Theodor Koch-Grunberg (1872-1924), antropólogo alemão que estudou povos indígenas na América do Sul.

A exposição fica aberta de sexta-feira a domingo, das 9h às 17h.

Rogério Cirino de Sá Ribeiro, goiano, 51 anos, casado, três filhos. Bacharel em Administração de Empresas pela UNIPLAC. Licenciado em História pela UPIS e MBA em Gestão de Projetos pela ESAD. Empresário do audiovisual desde 2012.

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