Argentina oferece ajuda à Bahia após inundações

Segundo relatórios da Superintendência de Proteção e Civil Defesa da Bahia (SUDEC), são quase meio milhão de pessoas atingidas, em 116 cidades

O embaixador argentino no Brasil, Daniel Scioli contatou diversas entidades brasileiras oferecendo apoio dos Capacetes Brancos, organismo de assistência humanitária, para auxiliar no trato das consequências das inundações que têm atingido o estado da Bahia.

“A pedido do Chanceler Santiago Cafiero, o Embaixador da Argentina no Brasil, Daniel Scioli, enviou nota à Agência Brasileira de Cooperação, ao Itamaraty e ao Centro Nacional de Gestão de Riscos e Desastres, oferecendo ajuda da Comissão de Capacetes Brancos – dependente do Itamaraty – para dar a necessária assistência humanitária diante da catástrofe vivida no norte do Brasil após as fortes chuvas e o rompimento de duas barragens, uma em Vitória da Conquista e outra em Itambé, a 60 quilômetros do anterior”, informou em comunicado o Ministério das Relações Exteriores.

Da mesma forma, o Consulado Argentino em Salvador da Bahia transmitiu a oferta de disponibilização dos Capacetes Brancos ao Governador do Estado afetado, Rui Costa dos Santos.

As autoridades argentinas colocaram à disposição os voluntários argentinos, que possuem uma vasta experiência na gestão deste tipo de situação. “Em princípio, esta oferta imediata é composta por dez profissionais especializados em água e saneamento (incluindo os insumos necessários para a purificação da água, desinfetantes, saneantes e conselhos para o seu uso responsável); na logística (montagem e desmontagem de casas e casacos do ACNUR que servem para implantar locais de permanência para quem ficou sem casa ou teve que abandoná-la); no recebimento, classificação e armazenamento de doações (para evitar sobreposição de recursos e garantir a correta distribuição dos mesmos”, diz o documento do Ministério das Relações Exteriores argentino.

Segundo relatórios da Superintendência de Proteção e Civil Defesa da Bahia (SUDEC), são quase meio milhão de pessoas atingidas, em 116 cidades. Até o momento, já ocorreu o deslocamento de mais de 16 mil pessoas e mais de 19 mil perderam suas moradias, com pelo menos vinte mortos.

Por Elna Souza; Diplomacia Business

Helio Rosa, planaltinense, 50 anos, casado, pai de três filhos, graduado em ciências naturais e gestão pública. Jornalista e especialista em Administração Pública e Gerência de Cidades. Fez Agenda 21 e Coleta Seletiva. Foi Conselheiro do CONAM-DF e do CBH-Paranaiba. Está como Presidente do Conselho de Desenvolvimento Nacional - CDN. Ministra cursos de empreendedorismo, terceiro setor, trabalho remoto, economias circular, criativa e compartilhada.

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