Parecer do Ibram contra parque ecológico no Mangueiral é questionado

João Cardoso quer saber o que vai ocorrer com os outros 35 parques criados a partir de lei aprovadas pela CLDF: “Os demais parques também serão alvo de ações dessa natureza?”

Marco Túlio Alencar – Agência CLDF

Parecer emitido pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram) opondo-se à criação do Parque Ecológico Jardins Mangueiral, alegando aspectos de inconstitucionalidade no ato, foi questionado pelo deputado João Cardoso (Avante), autor do projeto de lei que estabeleceu a medida. Durante a sessão ordinária da Câmara Legislativa desta terça-feira (8), o parlamentar criticou o órgão. “Fiquei pasmo com a emissão do documento contrário, pelo Ibram, que deveria incentivar a conservação do meio ambiente”, afirmou.

Inicialmente, Cardoso recordou a trajetória da proposição que, depois de aprovada pela CLDF, foi vetada pelo governador Ibaneis Rocha. “Contudo, os deputados distritais rejeitaram o veto”, observou. O parlamentar chamou a atenção para o fato de que, anteriormente, outros 35 parques foram criados a partir de lei aprovadas pelo Legislativo local. “Os demais parques também serão alvo de ações dessa natureza?”, indagou.

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Joao Cardoso alertou ainda o deputado Guarda Janio (Pros) – que, naquele momento, solicitava aos colegas parlamentares a destinação de emendas ao Parque do Setor O, em Ceilândia – sobre a situação do local. A área, que carece de vários equipamentos para o pleno funcionamento, também foi criada a partir de lei apresentada por um ex-deputado distrital.

O deputado João Cardoso é o autor do projeto de lei que criou o parque ecológico do Mangueiral.

Helio Rosa, planaltinense, 50 anos, casado, pai de três filhos, graduado em ciências naturais e gestão pública. Jornalista e especialista em Administração Pública e Gerência de Cidades. Fez Agenda 21 e Coleta Seletiva. Foi Conselheiro do CONAM-DF e do CBH-Paranaiba. Está como Presidente do Conselho de Desenvolvimento Nacional - CDN. Ministra cursos de empreendedorismo, terceiro setor, trabalho remoto, economias circular, criativa e compartilhada.

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