Ucrânia acusa Rússia de violar cessar-fogo

Tanque ucraniano destruído no assentamento de Gnutovo, nos arredores de Mariupol HANDOUT/RUSSIAN DEFENCE MINISTRY/AFP

Prefeitura de Mariupol disse que as tropas russas continuam bombardeando a cidade e pediu aos civis que voltem aos refúgios

R7

A retirada dos habitantes de Mariupol, porto estratégico ucraniano cercado pelas forças russas e seus aliados, foi adiada em razão de múltiplas violações russas do cessar-fogo, acusou a prefeitura da cidade neste sábado (5).

A retirada de civis, que deveria começar antes do meio-dia (horário local), “foi adiada por razões de segurança”, porque as forças russas “continuam bombardeando Mariupol e seus arredores”, afirmou a prefeitura no Telegram.

O município pediu aos civis que estavam reunidos nos pontos de saída da cidade que “retornem para os refúgios”.

“Negociações estão em curso com a Rússia para estabelecer um [cessar-fogo] e garantir a instalação de um corredor humanitário”, acrescentou a prefeitura.

Na manhã deste sábado, o Ministério da Defesa da Rússia anunciou a entrada em vigor de um cessar-fogo a partir das 7h GMT (4h de Brasília), para permitir que os civis de Mariupol e da cidade de Volnovakha, 60 quilômetros ao norte, deixem a área de conflito.

Embora a Rússia negue reiteradamente que bombardeia alvos civis na Ucrânia, muitas imagens em vídeo e fotos mostram o contrário. O Exército russo vem atingindo casas, escolas, hospitais e prédios em várias regiões ucranianas. Na imagem acima, homem anda de bicicleta, nesta sexta (4), na cidade de Chernihiv (no norte da Ucrânia, e perto da capital, Kiev), entre os escombros de prédios residenciais destruídos por bombas russas.

Rogério Cirino de Sá Ribeiro, goiano, 51 anos, casado, três filhos. Bacharel em Administração de Empresas pela UNIPLAC. Licenciado em História pela UPIS e MBA em Gestão de Projetos pela ESAD. Empresário do audiovisual desde 2012.

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