Brasil concede vistos e permissões de residência para ucranianos

Foram concedidos em março 74 vistos e 27 autorizações de residência humanitária a ucranianos afetados pela guerra

R7

O Brasil concedeu, no mês de março, 74 vistos e 27 autorizações de residência humanitária a ucranianos que fogem da guerra. As informações, divulgadas nesta segunda-feira (11), são do Boletim Migração Ucraniana.

O visto humanitário, que pode ser solicitado no exterior, permite a entrada no Brasil pelo prazo de 180 dias. Uma vez no território brasileiro, o refugiado pode conseguir autorização de residência por acolhida humanitária. Para isso, ele precisará comparecer à Polícia Federal e solicitar a CRMN (Carteira de Registro Nacional Migratório).

O visto humanitário, que pode ser solicitado no exterior, permite a entrada no Brasil pelo prazo de 180 dias. Uma vez no território brasileiro, o refugiado pode conseguir autorização de residência por acolhida humanitária. Para isso, ele precisará comparecer à Polícia Federal e solicitar a CRMN (Carteira de Registro Nacional Migratório).

Entre janeiro de 2010 e dezembro de 2021 mais de 3,3 mil ucranianos registraram residência no Brasil. O principal destino deles tem sido a região Sudeste que recebeu quase 2,3 mil deles. A maioria, ou 83%, é do sexo masculino e tem entre 25 e 39 anos de idade. Já as mulheres somam 17% e a maioria delas, cerca de 10% do total, têm entre 25 e 39 anos.

Comunidade ucraniana no Brasil

De acordo com a Representação Central Ucraniano-Brasileira, há cerca de 600 mil descendentes de ucranianos no país. Do total, 81% residem no estado do Paraná e os demais se encontram no norte do estado de Santa Catarina, em Porto Alegre e na cidade de São Caetano do Sul, em São Paulo.

Entre as regiões com maior presença ucraniana, destaca-se a cidade de Prudentópolis, a 212 km de Curitiba, que recebeu a colônia no fim do século 19 e onde 75% dos habitantes são descendentes de imigrantes ucranianos.

Helio Rosa, planaltinense, 50 anos, casado, pai de três filhos, graduado em ciências naturais e gestão pública. Jornalista e especialista em Administração Pública e Gerência de Cidades. Fez Agenda 21 e Coleta Seletiva. Foi Conselheiro do CONAM-DF e do CBH-Paranaiba. Está como Presidente do Conselho de Desenvolvimento Nacional - CDN. Ministra cursos de empreendedorismo, terceiro setor, trabalho remoto, economias circular, criativa e compartilhada.

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