Ibaneis Rocha, Leila Barros e o segundo turno

A disputa deve ficar entre Ibaneis e Leila, os mais votados da eleição passada | Foto: Fabiano Nery.

Os mais votados em 2018 podem decidir o futuro do GDF no segundo turno

O pleito realizado em primeiro turno, o estreante Ibaneis Rocha recebeu 634.008 votos e para o Senado, a ex-atleta Leila Barros, a Leila do Vôlei, foi eleita com 467.787 votos.

Desta vez, a disputa eleitoral para o Palácio do Buriti em 2022 poderá ficar entre a senadora e o governador mais votados da eleição passada.

E pelo andar da carruagem, a decisão deve ir para o segundo turno entre Ibaneis (MDB) e Leila (PDT), já que a indefinição de Reguffe (União Brasil) desidratou seus apoiadores, Izalci (PSDB) não decola e a esquerda (PT-PV-PCdoB) briga todo dia pra saber quem será o nome que vai apoiar se é alguém do PT, se é Leandro Grass (PV da federação de Lula) ou Rafael Parente (PSB do vice de Lula), ambos da centro-esquerda.

Enganam-se quem pensa que a senadora ideologicamente é de centro-esquerda. Seu partido pode ser, mas sua origem veio da direita conservadora do antigo PRB, hoje Republicanos, onde ela foi primeira suplente na CLDF em 2014 e Secretária de Esportes (2.015-2.018).

A base de Leila do Vôlei vem de sua trajetória progressista por ser uma tetracampeã que incentiva o povo ao empreendedorismo e Ibaneis é advogado e empresário que defende a exploração das empreiteiras.

Helio Rosa, planaltinense, 50 anos, casado, pai de três filhos, graduado em ciências naturais e gestão pública. Jornalista e especialista em Administração Pública e Gerência de Cidades. Fez Agenda 21 e Coleta Seletiva. Foi Conselheiro do CONAM-DF e do CBH-Paranaiba. Está como Presidente do Conselho de Desenvolvimento Nacional - CDN. Ministra cursos de empreendedorismo, terceiro setor, trabalho remoto, economias circular, criativa e compartilhada.

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