Mensagens em redes sociais geraram forte reação e resultaram em exonerações imediatas
O assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, fundador da Turning Point USA, em 10 de setembro, desencadeou uma onda de polêmica nos Estados Unidos. Professores e servidores de universidades em diferentes estados foram demitidos após publicarem mensagens em redes sociais que celebravam ou justificavam a morte de Kirk.
Na Universidade do Mississippi, uma funcionária foi exonerada após chamar o ativista de “supremacista branco” e “membro reinventado da Klan”. Já na Universidade de Dakota do Sul, um professor de artes foi afastado após se referir a Kirk como “nazista disseminador de ódio”. Casos semelhantes ocorreram em instituições do Tennessee, Ohio e Pensilvânia.
As exonerações foram acompanhadas de notas oficiais que destacaram o descompasso entre as declarações e os valores institucionais de respeito e civilidade. Governadores e parlamentares republicanos também pressionaram por medidas imediatas.
Kirk foi morto a tiros durante uma palestra em Utah. Ele deixou esposa e dois filhos pequenos. Para aliados políticos e apoiadores, a repercussão mostra como a violência política vem sendo normalizada nos EUA.






