Eduardo Bolsonaro articula novas sanções internacionais contra Moraes

Deputado busca apoio de países europeus e do Mercosul para isolar ministro do STF, já sancionado pelos EUA

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), atualmente autoexilado nos Estados Unidos, declarou que pretende expandir internacionalmente a campanha por sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Após a aplicação da Lei Magnitsky pelos EUA, Eduardo afirmou que irá buscar apoio de países da Europa e do Mercosul para punir Moraes por supostas violações de direitos humanos.

“A gente vai conseguir fazer o mesmo movimento”, disse o parlamentar ao Metrópoles nesta terça-feira (5/8), revelando planos de visitar países europeus em breve — desde que confirme que não há mandado da Interpol contra ele.

As sanções aplicadas pelos EUA a Moraes, em 30 de julho, incluem congelamento de bens e contas em solo americano e proibição de negócios com qualquer empresa dos Estados Unidos. O nome do ministro consta no site do Departamento do Tesouro e no sistema do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), responsável por sanções internacionais.

Eduardo Bolsonaro também comentou que prefere que os EUA evitem medidas tarifárias contra o Brasil e concentrem esforços na punição de autoridades brasileiras envolvidas, segundo ele, em abusos de poder. Recentemente, o deputado também afirmou que a esposa de Moraes será alvo de sanções por ser seu “braço financeiro”.

A ofensiva externa contra Moraes ocorre no contexto de crescente tensão institucional no Brasil, após a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, determinada pelo próprio ministro. Críticos de Moraes afirmam que ele atua como um “ditador de toga” e denunciam uma escalada autoritária sob pretexto de proteger a democracia.

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