EUA alertam para “sérios riscos” de permanecer na Venezuela

Em meio à crise e à repressão, governo Trump reforça recomendação para saída imediata de cidadãos americanos

O governo Donald Trump emitiu, nesta quinta-feira (21), um alerta reforçado de segurança a cidadãos norte-americanos sobre a permanência na Venezuela. A embaixada dos EUA no país orientou que ninguém entre nem permaneça em território venezuelano, classificando a situação como de alto risco.

“Não viaje”, destacou o comunicado oficial. O texto cita detenções arbitrárias, tortura, terrorismo, sequestros, abusos policiais, crimes violentos e instabilidade social como razões para a recomendação.

A escalada de tensões ocorre em um cenário em que o regime de Nicolás Maduro intensifica medidas de repressão interna e hostilidade contra estrangeiros. Dias antes, o governo chavista chegou a anunciar que estrangeiros sem autorização seriam presos no país.

Paralelamente, a Reuters informou que os Estados Unidos enviaram ao Caribe um esquadrão anfíbio composto por três navios de guerra, que se somam a três destroieres já posicionados na região, totalizando cerca de 4 mil militares e fuzileiros navais. Oficialmente, a missão é combater cartéis na América Latina, mas o movimento amplia a pressão militar sobre Caracas.

O alerta reforça a deterioração da Venezuela como espaço seguro, tanto para cidadãos locais quanto para estrangeiros, e expõe o grau de isolamento do regime de Maduro no cenário internacional.

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