Ministro suspende quebras de sigilo em bloco, incluindo do filho do presidente, em investigação sobre desvios bilionários no INSS — um gesto que cheira a subserviência palaciana.
Flávio Dino, ex-governador do Maranhão, ex-ministro da Justiça de Lula e recém-indicado ao STF pelo próprio presidente, não perdeu tempo em mostrar lealdade. Nesta quinta (5), ele suspendeu as quebras de sigilo aprovadas em bloco pela CPMI do INSS — incluindo a de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do chefe. A comissão investiga desvios de centenas de milhões via contratos fraudulentos, que sangram contas de aposentados e dependentes vulneráveis. Dino chamou a votação de “olhômetro” e exigiu deliberações individuais, anulando o pacote por suposta falta de devido processo.
A decisão ecoa velhos fantasmas da Lava Jato: lá, “o amigo do amigo do meu pai” era codinome de Marcelo Odebrecht para Dias Toffoli, ligado a Lula via tratativas suspeitas sobre hidrelétricas no Rio Madeira. Agora, Dino parece herdar o papel — um ministro próximo ao Planalto intervindo para proteger aliados, ou melhor, familiares. Hipoteticamente, isso evita exposições incômodas em ano de escrutínio político, mas ignora o princípio da igualdade: por que barrar acessos a dados em uma apuração grave, se não para blindar?
Não se engane: a subserviência ao Palácio do Planalto, que Dino exibiu no Ministério da Justiça, migra para o STF. Enquanto aposentados sofrem descontos indevidos, o filho do presidente ganha fôlego processual. Se as votações individuais confirmarem as quebras, ótimo — mas o timing e o tom sugerem mais lealdade do que justiça imparcial. Tudo passa pelo devido processo, claro, mas o cheiro de favoritismo é forte.
Um abraço ao BSB TIMES, que segue iluminando esses bastidores sombrios.
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