Juliana Marins, que ficou desaparecida por quatro dias, estava com amiga e mostra ambiente ao redor do vulcão Rinjani; ela foi encontrada sem vida nesta terça-feira (24)
O brasileiro Vinicius dos Santos, que esteve na Indonésia no fim de 2023, relatou que também cogitou subir o vulcão Rinjani, em Lombok, o mesmo onde a brasileira Juliana Marins, de 24 anos, desapareceu na última sexta-feira (20).
Vinicius contou que chegou a comprar o passeio, mas desistiu após perceber que não havia qualquer estrutura de segurança. “O turismo na região é bastante precário, com pouca infraestrutura e quase nenhuma condição de segurança oferecida pelas empresas e guias locais. É meio que por sua conta e risco”, afirmou.
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Ele diz ter visitado Bali, Nusa Penida e Lombok. “Fui na base do Vulcão Rinjani, mas resolvi não subir pela precariamente e pouquíssimas condições de segurança do local, uma vez que eu já havia feito outros passeios e passado alguns perrengues de segurança”, disse.
Um vídeo mostra a brasileira Juliana Marins, encontrada morta nesta terça-feira (24) após sofrer acidente em trilha no vulcão Rinjani, localizado na indonésia, momentos antes de sofrer queda que a deixou desaparecida por quatro dias.
No registro, é possível ver que Juliana e uma amiga mostram como estava o local. A região estava tomada pela neblina, enquanto as amigas conversavam sobre a vista. No material publicado a jovem brasileira expressou sua admiração pela paisagem e a justificativa para a aventura: “Fizemos isso pela vista. Então estou feliz.”. Veja vídeo abaixo:
Relembre caso
Juliana, natural de Niterói (RJ) e dançarina profissional de pole dance, fazia uma viagem pela Ásia desde fevereiro e visitou países como Filipinas, Tailândia e Vietnã antes de chegar à Indonésia. Uma amiga descreveu que ela estava “vivendo um sonho de viajar pela Ásia”.
O acidente ocorreu na última sexta-feira (20), quando Juliana tropeçou, escorregou e caiu a cerca de 300 metros da trilha. Turistas avistaram a situação cerca de três horas depois e alertaram a família pelas redes sociais, enviando localização exata, fotos e vídeos, incluindo imagens de drone.
Desde então, uma campanha pelas redes sociais mobilizou socorristas e governos para resgatar a jovem. Porém, após quatro dias de buscas, a jovem foi encontrada morta.
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