Irã ameaça atacar bases dos EUA, França e Reino Unido se bloquearem retaliação contra Israel

O Oriente Médio vive uma nova escalada após Israel atingir uma instalação nuclear iraniana. A resposta de Teerã veio rápido — e com um aviso claro: se Estados Unidos, França ou Reino Unido interferirem na retaliação, se tornam alvos.

A ameaça inclui desde bases militares até missões diplomáticas e interesses comerciais dessas potências no Oriente Médio. Segundo a imprensa estatal iraniana, qualquer apoio logístico ou militar a Israel será entendido como coautoria no ataque, abrindo caminho para “respostas proporcionais”.

O alerta foi disparado depois que os EUA confirmaram ter usado seu poder militar para interceptar mísseis e drones lançados pelo Irã contra o território israelense. Não é a primeira vez: em 2024, os norte-americanos já haviam montado um escudo aéreo em parceria com aliados para proteger Israel.

Agora, porém, o tom subiu. A retaliação iraniana — prometida, mas ainda não consumada — pode arrastar formalmente as potências ocidentais para o conflito. Washington, Londres e Paris se veem diante de um dilema: manter o apoio logístico e correr o risco de virar alvo, ou conter Israel e comprometer a aliança histórica com Tel Aviv.

Do lado europeu, a retórica é de equilíbrio. França, Reino Unido e Alemanha insistem que Israel tem o direito de se defender, mas tentam manter o discurso diplomático. As críticas a Tel Aviv pelo massacre em Gaza não impedem que, no caso do Irã, os aliados ocidentais fechem fileiras em torno da “ameaça existencial”.

O cenário é explosivo — literalmente e geopoliticamente. O aviso de Teerã não é só um recado a Israel, mas um ultimato ao Ocidente: ou saem do caminho, ou entram oficialmente na guerra.

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