Planalto tenta emplacar discurso “Bolsomaster” e minimizar vínculos do escândalo com PT da Bahia.
Diante da perspectiva de delação premiada de Daniel Vorcaro, o governo federal abriu frente de ação para se desvincular das denúncias e neutralizar “pontos sensíveis” do caso Banco Master. Líderes governistas admitem que o tema alimenta narrativa de corrupção e abastece estratégia da oposição.
A preocupação maior recai sobre vínculos de setores do PT com o banco. A ala baiana do partido mantinha relação com Augusto Lima (Guga Lima), ex-sócio de Vorcaro, esbarrando em nomes como o ministro Rui Costa (Casa Civil) e o líder no Senado Jaques Wagner (PT-BA). Há menções nos bastidores à possibilidade de Guga Lima também optar por colaboração.
Estratégia desenhada inclui emplacar o apelido “Bolsomaster” nos discursos oficiais e redes sociais. O termo é puxado por figuras como o ministro Guilherme Boulos (Secretaria-Geral da Presidência). A linha é jogar a crise no colo do governo Bolsonaro, destacando que o crescimento acelerado do Master ocorreu sob Jair Bolsonaro e Roberto Campos Neto no Banco Central, sem devida investigação à época.
O governo alega que só houve ação efetiva sob Gabriel Galípolo. A ofensiva inclui ataques mais intensos ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, com material divulgado pelo PT na quinta-feira (19) afirmando que o governo Bolsonaro “abriu caminho para o escândalo do Banco Master”.
No campo bolsonarista, o caso serve como munição. Flávio tem defendido investigação de ministros do governo Lula, citando diretamente Rui Costa e a relação de Guga Lima com o PT baiano. Também menciona encontro de Vorcaro com Lula no Palácio do Planalto em dezembro de 2024, mediado por Guido Mantega.
A estratégia de corroer o Centrão com a operação mostrou-se equivocada quando vínculos petistas vieram à tona. O Master contratou Ricardo Lewandowski (ex-ministro do STF) e Guido Mantega, ambos próximos ao PT. Lewandowski permaneceu na folha de pagamento mesmo enquanto ocupava Ministério da Justiça no governo Lula, com R$ 250 mil mensais. Mantega tinha contrato de R$ 1 milhão por mês.
O pedido de emprego partiu de Jaques Wagner. A nora de Wagner também estava na folha do Master via BK Financeira.
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