Altas temperaturas e baixa umidade persistem, especialistas apontam causas.
Por Rogério Cirino*
Desde o início desta semana, o Brasil tem enfrentado uma persistente onda de calor, trazendo temperaturas atípicas para esta época do ano e um acentuado declínio na umidade do ar. Embora haja uma leve queda nas temperaturas prevista após o final de semana, especialistas alertam que o alívio será temporário.
A meteorologista Maria Clara Sassaki, do Climatempo, destaca que essa onda de calor teve início na última segunda-feira, 18 de setembro. Na sexta-feira, 22 de setembro, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho, indicando um grande perigo, para 11 estados brasileiros e o Distrito Federal. Esse alerta se baseia no fato de que as temperaturas devem superar a média em até 5°C por um período superior a cinco dias.
Segundo Sassaki, o pico da onda de calor ocorrerá neste domingo em estados como Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro. Na terça-feira, Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal serão os mais afetados, enquanto na quarta-feira, será a vez do Espírito Santo enfrentar temperaturas elevadas.
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Nas áreas em alerta emitido pelo Inmet, diversas cidades podem registrar temperaturas de 40°C ou mais. No domingo, por exemplo, o Rio de Janeiro é uma das regiões que poderá atingir essa marca, de acordo com a meteorologista.
A formação das ondas de calor se deve a um sistema de alta pressão que impede que o ar quente se mova, combinado com condições predominantemente secas, o que resulta em aumento na insolação e a inibição da formação de nuvens, conforme explica o Inmet. É importante notar que, mesmo dentro dessa onda de calor, podem ocorrer chuvas intensas em áreas localizadas.
Sassaki acrescenta que o fenômeno El Niño, caracterizado pelo aumento da temperatura da superfície das águas do oceano Pacífico, juntamente com o aquecimento global, estão contribuindo para a formação dessa onda de calor no Brasil.
*Com informações do R7
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