Dr. Diego Marques liga alta da Bolsa ao crescimento de Cury

Mestre em finanças e mercado de capitais analisa pregão e pesquisas presidenciais

O Diego Marques analisou em vídeo a reação dos mercados na quarta-feira (2). Segundo ele, o Ibovespa fechou acima dos 185 mil pontos, com alta superior a 3%, e o dólar recuou quase 1%, para perto de R$ 5,10.

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Marques associou o pregão ao quadro eleitoral. Citou a Quaest com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 37%, Flávio Bolsonaro (PL) em 29% e Augusto Cury (Avante) em 10% no primeiro turno. Também mencionou Cury com 11% no Real Time Big Data e no BTG/Nexus e com 7,8% na AtlasIntel.

O analista afirmou que o mercado não espera o fato: precifica expectativa. Quando muda a probabilidade de um cenário político, investidores recalculam inflação, juros, dívida, resultado fiscal, crescimento e lucro das empresas. Cury, disse, deixou de ser dado isolado e entrou como terceira força na equação de risco.

Diego Marques ressalvou que isso não significa apoio do mercado ao candidato do Avante. Significa, na leitura dele, que uma nova variável passou a constar nos modelos. Se o crescimento continuar, cobrou clareza de Cury sobre política fiscal, dívida pública, independência do Banco Central, inflação, investimentos, tributação, concessões e segurança pública.

Ter 2% é uma coisa, chegou a 10% ou 11% e aparece em terceiro é outra, argumentou. O vídeo trata o movimento de quarta-feira como fluxo de capital e precificação de risco, não só como disputa política.

A análise sai da chapa de Marley Mendonça (Avante) no DF e mistura leitura de mercado à campanha nacional de Augusto Cury. O próprio Marques separou reação de ativos de endosso eleitoral.

Dr. Diego também é primeiro suplente do candidato ao Senado Marley Mendonça (Avante)

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