Decisão Relativa a Crimes de 2006 Durante Ataques em São Paulo; Detento Cumpre Mais de 300 Anos por Outras Condenações
O Tribunal de Justiça de São Paulo tomou a decisão de revogar a prisão preventiva de Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, líder supremo da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A medida está relacionada a crimes cometidos por Marcola em maio de 2006, durante os ataques contra policiais militares no estado de São Paulo.
O relator Laerte Marrone, responsável pela decisão, reconheceu que houve um “excesso de prazo” no julgamento do caso pelo Tribunal do Júri. Esse atraso resultou na desconstituição da prisão preventiva de Marcola, sendo interpretado pelo relator como um “constrangimento ilegal”, uma vez que não há uma data definida para o julgamento.
Veja também Ex-presidente segue na UTI do DF Star com broncopneumonia bacteriana bilateral; risco de pneumonia aspirativa preocupa equipe. O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece em estado extremamente grave, embora estável, na… Governador ignorou pareceres jurídicos e só agiu quando Banco Central ameaçou intervenção e Raet. Com informações do Vero Notícias O governador Ibaneis Rocha (MDB) enviou carta ao Banco Central em… Advogado Pierpaolo Bottini deixa equipe; José Luiz Oliveira Lima assume caso do dono do Banco Master. A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, passou por mudança… Em mais um dia de nervosismo por causa da escalada do conflito no Oriente Médio, o dólar encerrou nesta sexta-feira (13) no maior valor desde janeiro, impulsionado pelo aumento da aversão… Dia Mundial das Doenças Raras é celebrado na Câmara Legislativa A iniciativa foi do deputado Eduardo Pedrosa (União) e contou com a participação de pacientes, familiares e especialistas. A Câmara… Após ter começado com 126 times, a Copa do Brasil entra na quarta fase na próxima terça-feira (17) com 24 equipes. Nove delas avançaram na noite de quinta (12): Barra-SC, Sport, Novorizontino,… A Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da Seção de Investigações Gerais (SIG) da 30ª Delegacia de Polícia, cumpriu na tarde desta sexta-feira (13) um mandado de prisão preventiva… O mesatenista brasileiro Hugo Calderano avançou às quartas de final do WTT Champions Chongqing (China), após selar a segunda vitória seguida no torneio. Número 4 do mundo, ele derrotou nesta sexta-feira… A TV Brasil exibe, neste sábado (14), o clássico Cruzeiro x Atlético Mineiro válido pela terceira rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino 2026. A transmissão da emissora inicia com… “Não aceitamos nenhum tipo de violência”, diz Jaqueline Silva ao assumir Procuradoria da Mulher A deputada Jaqueline Silva (MDB) tomou posse como procuradora especial da Mulher da Câmara Legislativa no…
Conforme os autos do processo, Marcola foi detido preventivamente em 13 de setembro de 2006, e três anos depois, em 4 de setembro de 2009, a decisão de manter a prisão preventiva foi proferida. Quase 13 anos depois, em 20 de junho de 2022, uma nova decisão foi emitida, transferindo o processo para outra jurisdição. A defesa solicitou habeas corpus.
A revogação da prisão preventiva foi uma resposta ao pedido de habeas corpus feito pelo advogado Bruno Ferullo Rita, representante legal de Marcola. Em comunicado à CNN, o advogado destacou que “a segregação cautelar não pode ser mantida sem a devida atenção ao princípio da razoabilidade da prisão”. Segundo Ferullo, “não é crível que uma pessoa seja mantida presa preventivamente há mais de 16 anos, sendo que a demora no curso da relação processual não pode ser imputada à defesa técnica, afinal, esta apenas exerce seu direito”.
Juntamente com Marcola, outros quatro réus tiveram o excesso de prazo da prisão preventiva reconhecido. No total, o processo envolvia 19 acusados respondendo por crimes que incluíam homicídio, tráfico de drogas, tentativa de homicídio e associação ao tráfico.
Os atos de violência organizada de 2006 são considerados o maior ataque da história recente contra a polícia no estado de São Paulo, resultando em 564 mortes e 110 feridos em apenas nove dias, entre 12 e 21 de maio.
Veja também






