A Polícia Civil do Distrito Federal—PCDF, por intermédio da Seção de Investigação Geral (SIG) da 5ª Delegacia de Polícia (Área Central), deflagrou, nesta terça-feira (2), a Operação Fake Uber, na região administrativa de São Sebastião/DF. A ação policial teve como objetivo principal avançar na apuração de um crime de furto de motocicleta praticado no estacionamento do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, culminando na apreensão de uma motocicleta e de um aparelho celular.
A investigação foi iniciada logo após a vítima constatar o desaparecimento do seu veículo ao término do expediente de trabalho. Análises técnicas de imagens das câmeras de segurança do local indicaram que um automóvel, de cor cinza, circulou pelo estacionamento momentos antes da subtração. Na sequência da dinâmica criminosa, um homem desembarcou do carro portando um capacete, dirigiu-se diretamente à motocicleta da vítima e fugiu do local conduzindo o veículo furtado.
No decorrer das diligências, a equipe policial identificou que o automóvel, utilizado no apoio à ação delituosa, estava sob a posse de um homem, de 26 anos, que alegou trabalhar como motorista de aplicativo. Contudo, a apuração técnica, realizada junto à plataforma, demonstrou que não havia qualquer registro de viagem vinculada ao sistema, no período do crime, o que enfraqueceu a versão do suspeito e reforçou a linha investigativa de que a presença no estacionamento, daquele órgão público, não possuía relação com uma corrida regular.
Com o avanço dos elementos informativos, a PCDF representou pelo mandado de busca e apreensão na residência do investigado, ordem judicial que foi integralmente cumprida nesta data. No imóvel, os agentes localizaram o aparelho celular do suspeito e uma segunda motocicleta, cuja origem lícita não foi comprovada, uma vez que o homem não apresentou documentação ou justificativa hábil para demonstrar a posse regular do bem.
A motocicleta foi devidamente apreendida para a verificação de sua procedência, e o telefone celular será submetido à análise pericial para auxiliar na identificação do coautor do crime e aprofundamento das investigações.
Não houve prisões em flagrante durante a execução desta fase operacional, e os procedimentos legais seguem em andamento junto à 5ª DP.
Assessoria de Comunicação – Ascom/DGPC
PCDF, excelência na investigação






