Polícia Civil faz operação grupo do CV que monitorava viaturas no RJ


A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (22/5), mais uma fase da Operação Contenção contra integrantes do Comando Vermelho (CV) que atuam no Complexo do Lins, na Zona Norte da capital.

A ação é resultado de investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) e pela 26ª DP (Todos os Santos). Ao todo, policiais cumprem dezenas de mandados de prisão e de busca e apreensão contra suspeitos ligados à facção criminosa.

A operação conta com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), além de equipes dos departamentos-gerais da Polícia da Capital, Baixada, Interior e Especializada.

Segundo as investigações, os alvos integram um núcleo criminoso altamente estruturado responsável pela manutenção do domínio territorial armado no Complexo do Lins.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo atua diretamente no tráfico de drogas e também em crimes patrimoniais usados para financiar a facção, como roubos de veículos, assaltos a pedestres, ataques a instituições bancárias e extorsões.

As apurações apontam ainda que os criminosos mantinham uma estrutura permanente de vigilância armada na comunidade, monitorando em tempo real a movimentação das forças de segurança.

Segundo os investigadores, integrantes da facção compartilhavam informações sobre deslocamentos de viaturas, blindados e helicópteros em grupos restritos de comunicação usados para coordenar ações criminosas e alertar sobre operações policiais.

A Polícia Civil afirma que o grupo possui divisão clara de tarefas e atua de forma organizada para garantir o controle territorial da região e dificultar a entrada das forças de segurança.

Além da ação contra o Comando Vermelho, agentes também cumprem mandados contra integrantes de uma organização criminosa especializada no golpe da “falsa central telefônica”.

As investigações, conduzidas pela 26ª DP em conjunto com a Polícia Civil do Piauí, apontam que os criminosos se passavam por funcionários do setor de segurança de bancos para convencer vítimas de que suas contas haviam sido comprometidas.

A partir da falsa comunicação, os golpistas induziam as vítimas a entrar em contato com uma central clandestina controlada pela quadrilha, permitindo o acesso a aplicativos bancários e realização de transferências fraudulentas.

O objetivo da operação simultânea no Rio de Janeiro e no Piauí é prender os envolvidos, apreender equipamentos eletrônicos e identificar outros integrantes dos esquemas criminosos.



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