Pré-candidata a deputada distrital (Avante) reforça que direitos fundamentais não podem ser tratados como privilégios
A pré-candidata a deputada distrital pelo Avante, Silene da Saúde, celebrou a vitória na transferência do menino Agapy, mas fez uma crítica direta ao funcionamento da saúde pública no Distrito Federal. Segundo ela, o acesso a um direito básico nunca deveria depender de campanha nas redes sociais, de pressão popular ou de conhecer as pessoas certas.
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Silene da Saúde afirmou que a história de Agapy emociona, mas também obriga a uma reflexão. Direitos fundamentais não podem ser tratados como privilégios. Nenhuma mãe deveria precisar implorar por uma ambulância para garantir a transferência do próprio filho. Nenhuma família deveria viver a angústia de mobilizar milhares de pessoas para conseguir aquilo que o Estado tem o dever de oferecer.
A pré-candidata do Avante reforçou que o compromisso continua sendo o mesmo: trabalhar para construir uma saúde pública em que o acesso aos direitos seja garantido a todos, sem exceções, sem favorecimentos e sem a necessidade de campanhas para que o básico aconteça. A história de Agapy, segundo ela, deve representar esperança para a família e, ao mesmo tempo, um lembrete de que ainda há muito a mudar.
Silene da Saúde afirma que nenhuma família deveria precisar mobilizar milhares de pessoas para conseguir o que o Estado tem o dever de oferecer.
O posicionamento ganha relevância em um momento em que a saúde pública do Distrito Federal enfrenta sucessivas denúncias de demora, falta de estrutura e dificuldades para transferências de pacientes. Ao transformar o caso individual em crítica estrutural, a pré-candidata tenta colocar o foco na necessidade de um sistema que funcione de forma isonômica e previsível.
Silene da Saúde disse que segue trabalhando para que, no futuro, nenhuma família precise passar pelo que a família de Agapy enfrentou. A mensagem reforça a bandeira de valorização da saúde pública e de defesa do acesso universal aos serviços, sem depender de mobilização social ou de contatos privilegiados.
O caso Agapy e a reação da pré-candidata do Avante alimentam o debate sobre a qualidade do atendimento e sobre a capacidade do sistema de responder com agilidade e dignidade às demandas da população. A cobrança por um serviço público que não dependa de campanhas virais continua no centro das discussões sobre a saúde no Distrito Federal.
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