Intimação de Moraes pela Justiça dos EUA eleva tensão entre Brasil de Lula e Trump

Trump Media e Rumble acusam ministro do STF de censura; AGU prepara defesa e clima diplomático se deteriora com ameaça de sanções

A nova ordem de intimação expedida pela Justiça dos Estados Unidos contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, aprofundou a já delicada relação diplomática entre Brasil e o governo de Donald Trump. A medida é parte de uma ação movida pela empresa Trump Media — ligada ao ex-presidente norte-americano — e pela plataforma de vídeos Rumble, que acusam Moraes de violar a legislação americana ao ordenar o bloqueio de perfis em redes sociais hospedadas nos EUA.

O documento judicial, emitido nesta segunda-feira (8), concede um prazo de 21 dias para que Moraes se manifeste formalmente sobre as acusações. Caso o magistrado não apresente defesa dentro do período estipulado, o tribunal americano pode emitir uma sentença à revelia.

A Advocacia-Geral da União (AGU) já prepara uma bateria de minutas de resposta e acompanha o caso de perto desde junho, quando foi expedida a primeira intimação. A atuação da AGU é assessorada por seu escritório nos Estados Unidos, em colaboração direta com o STF, que vem fornecendo subsídios jurídicos para sustentar a posição do ministro brasileiro.

Censura ou soberania?
A acusação central das empresas de Trump é de que as ordens de Moraes configurariam censura internacional, por obrigarem o bloqueio de conteúdos acessíveis em território americano. O caso gira em torno das

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