Direção Nacional de Migrações informou que o senador entrou no país com a família e embarcou em voo privado para o Equador
O governo da Argentina afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) não tinha impedimento legal para entrar no país. A Direção Nacional de Migrações confirmou que ele cruzou a fronteira na noite de terça-feira (27), acompanhado da mulher e das duas filhas, e seguiu em voo privado para o Equador.
Segundo o órgão argentino, Flávio e os familiares entraram às 22h50 pela Ponte Internacional Tancredo Neves, entre Foz do Iguaçu, no Brasil, e Puerto Iguazú, na Argentina. As autoridades afirmaram que o grupo apresentou documentação válida para ingressar no território argentino.
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A confirmação ocorreu após declarações anteriores da Casa Rosada que negavam a entrada do senador no país. De acordo com a Direção Nacional de Migrações, o grupo embarcou às 23h30 em um avião privado com destino a Guayaquil, no Equador.
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O governo argentino confirmou a passagem de Flávio pelo país, enquanto informações da imprensa indicam que o Equador seria uma escala antes de uma possível viagem aos Estados Unidos. A Casa Branca informou que o Departamento de Estado emitiria vistos para o senador e seus familiares, mas a emissão de vistos não equivale, por si só, à concessão de asilo político.
A viagem ocorreu após a Polícia Federal cancelar os passaportes do senador, depois que ele não cumpriu o prazo determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para entregar os documentos. A decisão está relacionada a uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
O destino final da viagem e a situação migratória de Flávio nos Estados Unidos dependem de confirmação oficial. A confirmação argentina esclarece a entrada no país e o embarque para o Equador, mas não comprova, por si só, a chegada do senador aos Estados Unidos nem eventual concessão de asilo.







