Ministro de Lula faz referencia velada a Javier Milei e prevê dificuldades para o governo petista caso o libertário argentino ganhe eleições.
Por Rogério Cirino
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou em um evento em Nova York, nos Estados Unidos, que o acordo fechado com a União Europeia pode ser importante para proteger o Mercosul caso haja um resultado surpreendente na eleição argentina.
Haddad não mencionou Javier Milei, o candidato que venceu as prévias na Argentina e que critica o Mercosul, chamando-o de um fracasso comercial. Há preocupação de que, se Milei for eleito, a Argentina possa sair do bloco. Haddad disse: “Não sabemos o que acontecerá com o Mercosul se o acordo não for concretizado e se tivermos uma eleição ‘inusitada’ na Argentina. Pode ser que o Mercosul nem sobreviva.” Ele acrescentou: “Se o acordo for fechado, talvez o resultado eleitoral não tenha tanto impacto no bloco Mercosul.”
Haddad argumentou que a expansão do Mercosul só é possível por meio desse acordo. Com ele, o bloco se tornaria mais atrativo para outros países da América do Sul.
“O Mercosul seria visto como Mercosul-União Europeia após a aprovação dos países. Isso faria com que a Colômbia e o Chile olhassem o Mercosul de maneira diferente”, disse ele.
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Perspectivas para o Brasil
Durante seu discurso, o ministro também destacou que a economia brasileira tem potencial para crescer mais rápido do que a média mundial, levando em consideração a sustentabilidade ambiental.
“Tenho certeza de que o Brasil pode crescer acima da média global. Se o mundo crescer 2%, podemos crescer 3%; se o mundo crescer 3%, podemos chegar a 3,5%, mas com um compromisso ambiental superior a qualquer outro país”, afirmou.
Haddad mencionou as medidas implementadas pelo governo para uma transição ecológica, incluindo a regulação do mercado de carbono, emissão de títulos verdes e taxonomia.
O ministro estava participando do evento chamado “Brasil na Liderança da Justiça Climática: A Economia Brasileira Rumo à Transformação Ecológica”.,
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