Pitiman, Paulo Octávio e Kontoyanis teriam se enfrentado por recursos da nominata
Relatos obtidos pelo BSB Times apontam reunião tensa no primeiro andar do Hotel Manhattan, na ala administrativa, entre o candidato a vice-governador Luiz Pitiman (PSD), o presidente do PSD-DF, Paulo Octávio, e o coordenador da nominata de distritais, Lucas Kontoyanis. O tema seria a conta da campanha.
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Segundo os relatos, Kontoyanis cobrou compromissos firmados quando seus nomes entraram na lista. Paulo Octávio teria sido pressionado a equacionar a demanda e o teria feito com recurso próprio. O desconforto, dizem os interlocutores, ficou na mesa.
Candidatos da legenda reclamam de quase 30 dias de campanha com zero de recurso, enquanto nomes vindos do PRD teriam recebido R$ 800 mil, R$ 150 mil, R$ 50 mil e R$ 30 mil. A queixa inclui planilha de tempo de TV que não aparece e tratamento desigual mesmo para quem se alinhou à majoritária.
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Circula ainda a versão de que alguém gravou o encontro — o que, se confirmado, interessa à Justiça Eleitoral. Nos dados oficiais da Corte, a legenda movimentaria mais de R$ 11 milhões. A pergunta nos bastidores é quem define o critério e por que parte da nominata segue no zero.
A direção nacional do PSD já teria sido informada da insatisfação e poderia pedir explicações. No mesmo imbróglio, Paulo Octávio teria assumido a campanha do filho, André Kubitschek, com funcionários da própria empresa, diante da receptividade abaixo do esperado.
As versões não foram confirmadas pelos três citados. Enquanto não houver nota, o Manhattan vira o endereço da crise de caixa do PSD-DF.
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