Evento em Brasília reúne pesquisadores, cientistas e estudantes
FONTE: AGÊNCIA BRASIL
Inaugurada no último domingo (24), a 74ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) é o maior evento científico da América Latina.

O evento conta com a participação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – uma das maiores plataformas de financiamento de pesquisas do governo federal. Evaldo Ferreira Vilela, presidente do CNPq, falou hoje (26) em entrevista ao programa A Voz do Brasil sobre a importância do estímulo da pesquisa e da ciência na sociedade e sobre a entrada das mulheres no meio científico.
“Pesquisa é para as pessoas entenderem melhor a geração de conhecimento. E conhecimento é extremamente importante para a evolução humana. A ciência deve estar próxima da sociedade”, informou.
Política DF: O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para a próxima quinta-feira (8), às 10h, o julgamento que vai decidir se o candidato ao governo do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (Republicanos)… João Pedro Sastre teve 294 votos e fala em traição da direita Depois de receber 294 votos na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados, João Pedro Sastre (MDB-SP),… Anúncio foi em Goiânia, com Tarcísio e Daniel Vilela Ronaldo Caiado (PSD), quinto colocado na disputa presidencial e ex-governador de Goiás, anunciou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno… A dupla da tenista brasileira Luisa Stefani com a canadense Gabriela Dabrowski se classificou às quartas de final do WTA 1000 de Pequim (China). Nesta terça-feira (6), elas emplacaram a… Atual recordista mundial nos 400 metros com barreiras, o brasileiro Alison dos Santos foi indicado nesta terça-feira (6) ao prêmio de Melhor Atleta do Ano da Federação Internacional de Atletismo… O Ministério da Saúde do Quênia confirmou nesta terça-feira (6) o primeiro caso de ebola registrado no país. O homem recebeu tratamento médico, mas morreu na noite de segunda-feira (5)…. Cantora diz que avalia retirar saliência do nariz; data não foi informada Ana Castela falou sobre procedimentos estéticos em conversa com seguidores. A cantora disse que já cogitou colocar… O medo da violência tem levado mulheres da Região Metropolitana do Rio de Janeiro a mudar trajetos, evitar determinados horários e até abrir mão de atividades como trabalho e lazer…. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou, nesta terça-feira (6), a fabricação de todos os produtos de limpeza na unidade Unilever em Vinhedo, São Paulo. A medida foi tomada… Dois em cada três jovens europeus afirmam ter sido vítimas de abusos, negligência, violência doméstica ou outras experiências adversas semelhantes durante a infância, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde…
Dentre as atrações, uma chama a atenção do público. “Quando nem tudo era gelo – Novas descobertas no Continente Antártico” reúne 160 peças do Paleoantar, projeto do Museu Nacional vinculado ao Programa Antártico Brasileiro e financiado pelo CNPq.
O projeto é dedicado a coletar e a estudar rochas e fósseis da Antártica. Entre os objetos exibidos, há oito peças resgatadas dos escombros do Museu Nacional após o incêndio que consumiu o prédio em 2018, além de ossos e de réplicas de animais pré-históricos.
“É um evento que traz a ciência para a sociedade. É uma preocupação de todos nós, cientistas, nos encontrarmos com as pessoas e podermos falar sobre ciência, benefícios, e o que é a ciência em si, que é um valor das sociedades contemporâneas”, disse o presidente do CNPq.
Para amanhã, quarta-feira (27), o evento planeja uma mesa redonda com o tema “Jovens na ciência”, composta por bolsistas vencedores do Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica (PICT).
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