“Ciência deve estar próxima da sociedade”, diz presidente do CNPq

Evento em Brasília reúne pesquisadores, cientistas e estudantes

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

Inaugurada no último domingo (24), a 74ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) é o maior evento científico da América Latina.

O evento conta com a participação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) – uma das maiores plataformas de financiamento de pesquisas do governo federal. Evaldo Ferreira Vilela, presidente do CNPq, falou hoje (26) em entrevista ao programa A Voz do Brasil sobre a importância do estímulo da pesquisa e da ciência na sociedade e sobre a entrada das mulheres no meio científico.

“Pesquisa é para as pessoas entenderem melhor a geração de conhecimento. E conhecimento é extremamente importante para a evolução humana. A ciência deve estar próxima da sociedade”, informou.

Política DF:

Mulheres em situação de violência e mães atípicas de todo o país passam a ter teleatendimento psicológico pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ao todo, serão disponibilizadas até 100 mil…

Febre, mal-estar, falta de apetite e manchas na pele estão entre os sintomas da febre do Nilo Ocidental, infecção transmitida principalmente pela picada do pernilongo comum (gênero Culex). O estado de São Paulo…

Os beneficiários do programa Pé-de-Meia de 2026 nascidos em março e abril recebem nesta terça-feira (25) a quinta parcela do incentivo à frequência escolar.  Os estudantes do ensino médio da…

Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest de Pesquisa de Mercado mostrou que 69% dos consumidores brasileiros têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet. Quando isso acontece, 85% dos entrevistados atribuem…

Crianças e adolescentes menores de 15 anos devem comparecer a uma unidade básica de saúde (UBS) ou a qualquer ponto de vacinação em todo o país neste sábado (22) para…

O uso de medicamentos popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras tem se mostrado eficaz no combate à obesidade, mas também é associado a casos de deficiência de vitaminas e perda de…

Uma mulher de 34 anos, moradora de Ribeirão Preto, e uma adolescente de 18 anos, residente em São José do Rio Preto, são os dois casos confirmados de febre do…

Foi sem medo de agulha que o estudante Noam Medeiros, de 10 anos, levantou a camisa e ofereceu o braço para as duas vacinas que faltavam para ele ficar com…

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) publicou nota de alerta sobre o uso sem indicação e sem acompanhamento médico de medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente…

Cerca de 740 militares do Brasil e de outras cinco nações que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) encerram hoje (21), em Foz do Iguaçu (PR), a…


 

Dentre as atrações, uma chama a atenção do público. “Quando nem tudo era gelo – Novas descobertas no Continente Antártico” reúne 160 peças do Paleoantar, projeto do Museu Nacional vinculado ao Programa Antártico Brasileiro e financiado pelo CNPq.

O projeto é dedicado a coletar e a estudar rochas e fósseis da Antártica. Entre os objetos exibidos, há oito peças resgatadas dos escombros do Museu Nacional após o incêndio que consumiu o prédio em 2018, além de ossos e de réplicas de animais pré-históricos.

“É um evento que traz a ciência para a sociedade. É uma preocupação de todos nós, cientistas, nos encontrarmos com as pessoas e podermos falar sobre ciência, benefícios, e o que é a ciência em si, que é um valor das sociedades contemporâneas”, disse o presidente do CNPq.

Para amanhã, quarta-feira (27), o evento planeja uma mesa redonda com o tema “Jovens na ciência”, composta por bolsistas vencedores do Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica (PICT).

Assista à entrevista:

Veja também:

website average bounce rate

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui