Lista avalia 145 países com base no PowerIndex, que considera orçamento, efetivo e capacidade industrial.
O Global Firepower divulgou o ranking de 2025 com os exércitos mais poderosos do mundo. A lista avalia 145 países a partir de mais de 60 indicadores, considerando força convencional e deixando de fora o arsenal nuclear. O levantamento destaca fatores como orçamento de defesa, quantidade de militares, recursos naturais e infraestrutura tecnológica.
O cálculo do ranking é feito a partir do PowerIndex, indicador que analisa orçamento, efetivo, capacidade industrial e acesso à tecnologia. A metodologia busca apresentar um retrato amplo das capacidades militares, indo além do número de tropas e equipamentos disponíveis.
| Posição | País | Destaque Militar |
|---|---|---|
| 1 | Estados Unidos | Maior orçamento de defesa, poder aéreo e naval impressionantes. |
| 2 | Rússia | Fortalezas em artilharia e tradição militar consolidada. |
| 3 | China | Força ativa volumosa e ampla base industrial. |
| 4 | Índia | Grande contingente militar e indústria armamentista crescente. |
| 5 | Coreia do Sul | Modernização acelerada e elevado preparo técnico. |
| 6 | Reino Unido | Força naval inovadora e influência global. |
| 7 | França | Destaque nas forças aéreas e poder naval relevante. |
| 8 | Japão | Avanço tecnológico e foco na defesa. |
| 9 | Turquia | Ênfase em drones e marinha considerável. |
| 10 | Itália | Forte presença naval, incluindo porta-aviões. |
Entre os dez países mais bem colocados, os Estados Unidos lideram, seguidos por Rússia e China. O ranking também aponta Índia, Coreia do Sul, Reino Unido, França, Japão, Turquia e Itália entre as principais potências militares globais. As posições refletem investimentos contínuos e avanços tecnológicos de cada país.
O Brasil ocupa a 11ª colocação, sendo a principal força militar da América do Sul. O país se destaca pela grande população, projetos estratégicos em andamento, recursos naturais e modernização de setores das Forças Armadas, como o desenvolvimento do caça Gripen e do submarino nuclear.
O levantamento é usado como referência por governos, analistas e veículos de imprensa. Embora especialistas apontem limitações na metodologia, a lista é considerada um instrumento para avaliar tendências, orientar debates e identificar áreas prioritárias de investimento em defesa.
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