Buriti tenta vender Celina como líder enquanto o instituto desmente tudo
Semana passada o Instituto Veritá soltou sua pesquisa para governador do DF em 2026. Em menos de 24 horas a máquina midiática do Palácio do Buriti já estava gritando aos quatro ventos: “Celina Leão está na frente!”
Coincidência? Claro que não. Era o cenário espontâneo — aquela perguntinha aberta, sem lista de nomes, onde o eleitor tem que lembrar sozinho em quem votaria.
Resultado óbvio: quem tem a estrutura de governo, TV, rádio, site oficial e marqueteiros pagos com dinheiro público aparece na frente. Enquanto isso, a mesma máquina esconde José Roberto Arruda, cola nele a narrativa de “inelegível” (jurídica e antecipadamente) e finge que o TSE já decidiu. Quem são esses jornalistas que viraram videntes e já sabem o futuro do julgamento?
Mas ontem o próprio Veritá, nas suas redes, publicou em letras garrafais o que realmente importa: o cenário estimulado — aquele em que mostram a lista de candidatos, exatamente como a urna vai fazer em 2026.
E aí o circo desmonta: Arruda aparece com 24% das intenções de voto. Celina, com 22,5%.
O instituto não escondeu: destacou em imagem grande, com destaque, que esse é o resultado válido, pertinente e verossímil da pesquisa.
Ou seja: a “vitória” de Celina foi uma meia-verdade manipulada, um dado raso e incompleto vendido como verdade absoluta. Quando o eleitor vê os nomes na frente dele — como vai acontecer na urna —, o jogo vira.
Isso não é pesquisa. É propaganda disfarçada de dado técnico.
Durmam com isso. Ou acordem e observem: enquanto o Buriti tenta empurrar uma narrativa falsa, o próprio instituto que fez a pesquisa já entregou o recado em letras garrafais.
A verdade sempre aparece. Às vezes, até no Instagram do Veritá.






