Funcionários denunciam ausência total de atendimento médico na unidade. Moradores não têm informação sobre hospital de referência ou previsão de normalização.
A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Sobradinho está há pelo menos três dias sem médicos para atender a população. Funcionários da unidade informaram que não há previsão de quando o serviço será normalizado e que não foram dadas orientações sobre qual unidade de saúde os pacientes devem procurar.
A falta de profissionais tem gerado grande revolta entre moradores da região, que relatam dificuldade para conseguir atendimento de urgência. Segundo os trabalhadores, não houve qualquer comunicado oficial sobre o problema.
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A situação se agrava às vésperas do aniversário de Brasília. A governadora Celina Leão (PP), logo após tomar posse, cancelou um evento oficial com o argumento de que o dinheiro seria investido na saúde pública. No entanto, a realidade em Sobradinho mostra um cenário oposto, com falta até mesmo de atendimento no Hospital Regional.
Moradores relatam que a UPA está operando apenas com equipe de enfermagem e técnicos, sem condições de realizar atendimentos médicos completos. Muitos pacientes estão sendo orientados a buscar outras unidades, mas sem informação clara sobre onde ir.
A crise na UPA de Sobradinho reflete um problema maior na rede de saúde do Distrito Federal. Funcionários afirmam que a falta de médicos tem se repetido em outras unidades e que a população acaba sendo a principal prejudicada.
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Até o momento, nem a Secretaria de Saúde nem o Governo do Distrito Federal se manifestaram sobre o caso. Moradores de Sobradinho esperam uma solução urgente para o problema.
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